Planejamento e Gestão

Passo a passo para planejar o seu primeiro caso clínico odontológico de implante

Passo a passo para planejar o seu primeiro caso clínico odontológico de implante

A transição da faculdade para a prática clínica traz aquele clássico “frio na barriga” diante do primeiro doente real. Um sentimento normal e que demonstra a sua responsabilidade quanto à importância do seu primeiro caso clínico odontológico.

A implantologia vive hoje o seu momento mais maduro e estável. Nos últimos anos, a tecnologia deixou de ser um mero pormenor técnico e passou a trazer mais estabilidade e previsibilidade cirúrgica, uma mudança marcante na rotina do recém-licenciado.

Nós, na S.I.N., estamos aqui para ser a sua parceira de jornada e transformar o seu primeiro caso clínico odontológico de implante num verdadeiro sucesso. Para o ajudar a dar este passo com segurança, preparámos um guia completo. Confira!

1. Uma anamnese detalhada

É normal quando estamos a atender que o foco esteja na avaliação do osso ou do dente ausente, mas lembre-se sempre de olhar para o doente como um todo. Isto porque o planeamento de um caso clínico odontológico de sucesso começa por mapear os fatores de risco e o historial de saúde logo na primeira consulta.

Segundo os parâmetros e diretrizes clínicas estabelecidos em 1981 (Albrektsson et al., 1981), a osteointegração depende de 5 fatores biológicos:

Por isso é tão importante fazer uma anamnese rigorosa aos seus doentes. É onde irá descobrir se o doente é fumador — o que aumenta em 140% as probabilidades de rejeição (Mustapha et al., 2021) —, se tem diabetes ou bruxismo. Além de permitir avaliar:

Leia também: Implante dentário: as grande evoluções do últimos 10 anos da Implantodontia

2. Solicitar exames de imagem

A radiografia panorâmica e a tomografia computorizada são essenciais para avaliar a densidade e o volume ósseo do doente, além da condição da saúde oral como um todo. Com estas informações, conseguirá estruturar um planeamento com expectativas reais (previsibilidade).

Hoje em dia, estes exames de imagem já não “andam sozinhos”. Para complementar o seu caso clínico odontológico com o que há de mais moderno, preciso e confortável, o fluxo digital torna-se indispensável. E é aqui que entram as soluções da S.I.N.

Os scanners intraorais Medit — modelo i700 — ajudam a eliminar os incómodos dos moldes tradicionais e geram um modelo digital 3D colorido e com elevada fidelidade à boca do doente em poucos minutos. Por outras palavras, uma ferramenta importante na avaliação, tornando a compreensão e a visualização — tanto do planeamento como da necessidade de tratamentos — mais tangíveis.

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Ao integrar as imagens do escaneamento com os exames tomográficos — uma funcionalidade disponibilizada pelo software da S.I.N. —, consegue simular e visualizar todo o tratamento antes mesmo de tocar na broca. Um padrão de previsibilidade que otimiza o tempo de cadeira e eleva a confiança dos seus doentes.

3. O segredo do planeamento reverso e a escolha do sistema ideal

É neste passo que a teoria se volta para a prática ao aplicar o planeamento reverso. Existem várias formas de criar um plano cirúrgico, mas ao desenhar digitalmente o sorriso ideal do doente para depois posicionar o implante no local ósseo exato, elimina distorções de posicionamento e garante um resultado estético superior.

Além disso, para quem está a começar o seu caso clínico odontológico, a escolha dos componentes também é fundamental. Precisa de componentes compatíveis, com elevada eficiência mecânica e um ajuste preciso com a conexão do implante: o segredo para trabalhar com tranquilidade.

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4. Pós-operatório e manutenção

O último passo, e muitas vezes o que define a longevidade do seu sucesso na Implantologia, é o acompanhamento. Após a finalização cirúrgica do seu caso clínico, o seu papel como parceiro do doente continua.

Um pós-operatório bem orientado reduz riscos de complicações e garante que a osteointegração ocorra perfeitamente:

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O seu primeiro caso clínico odontológico de implante merece a tranquilidade, a agilidade e a tecnologia de uma marca com mais de 20 anos no mercado. Dê o primeiro passo com quem descomplica a ciência para si. Agende uma demonstração com os nossos consultores S.I.N. e comece a transformar sorrisos connosco!

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Recapitulando o que aprendemos neste artigo:

1. Que fatores biológicos devem ser considerados ao iniciar um caso clínico?

De acordo com os critérios clássicos de Albrektsson (1981), o sucesso depende de 5 fatores: a biocompatibilidade do implante, o design para estabilidade primária, o cuidado cirúrgico com controlo de torque e temperatura, a densidade óssea do leito e as condições sistémicas do organismo do Paciente.

2. Por que razão a anamnese detalhada é indispensável no planeamento?

Porque identifica hábitos prejudiciais e condições sistémicas que afetam diretamente a cicatrização. Doentes fumadores, por exemplo, apresentam um risco 140% maior de rejeição do implante (Mustapha, 2021). A anamnese também ajuda a avaliar a saúde periodontal e a alinhar as expectativas do Paciente.

3. Como é que as soluções digitais S.I.N. otimizam o tempo de cadeira?

Os scanners Medit (i700) substituem as moldagens por modelos digitais 3D em minutos. O software da S.I.N. permite cruzar estes dados com a tomografia do Paciente, tornando possível simular e visualizar toda a cirurgia no computador antes do procedimento real, gerando elevada previsibilidade.

4. Qual a vantagem do planeamento reverso para o médico dentista recém-licenciado?

O planeamento reverso inverte a lógica tradicional: primeiro desenha-se o sorriso e a prótese ideal do doente no software e, a partir daí, define-se a posição cirúrgica milimétrica do implante. Isto elimina erros de inclinação e garante um resultado estético superior no seu caso clínico odontológico.

5. O que deve ser feito após a etapa cirúrgica para garantir o sucesso do tratamento?

É necessário estabelecer um protocolo rigoroso de pós-operatório (com instruções escritas de repouso, alimentação e higienização), agendar consultas para remoção de suturas e acompanhamento da osteointegração, além de consciencializar o Paciente para a importância das consultas semestrais de manutenção preventiva.

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